quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O amor, na visão da ciência

Como se explica o amor cientificamente?
Por que é que ficamos apaixonados?
Por que é que o nosso coração bate mais depressa quando estamos com a pessoa de que gostamos?
O “Amor” é um complexo fenômeno neurobiológico, baseado em atividades cerebrais que desencadeiam o desejo, a confiança, o prazer, a felicidade, e a recompensa e envolvem a ação de mensageiros químicos. É com base na presença dos compostos químicos que atuam no nosso cérebro que conseguimos perceber a existência de três fases neste fenômeno.
Numa etapa inicial, somos atraídos pelo desejo sexual despertado pela circulação da testosterona nos homens e do estrogênio nas mulheres - as hormonas responsáveis por tornar o nosso cérebro interessado em parceiros sexuais.
A segunda fase é a fase da paixão, momento em que acontecem as situações mais surpreendentes e, por vezes, embaraçosas: as mãos suam, a respiração falha, é difícil pensar com clareza, há ‘borboletas no estômago’, perdemos o apetite, não dormimos bem e não pensamos senão na pessoa amada.
Todos estes acontecimentos são da responsabilidade de neurotransmissores que atuam no cérebro. A noradrenalina acelera o bater do coração, a serotonina torna-nos obcecados e descontrolados e a dopamina faz-nos sentir felizes – e um pouco tolos – só com um sorriso ou um olhar.

Fonte: http://www.ciencia20.up.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=75:como-se-explica-o-amor&catid=12:perguntas-e-respostas

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